sábado, 18 de março de 2017

20170318 Hegel Razão na História Final

Hegel
Razão na História
Final




[O esclarecimento da existência através do pensamento é, ao mesmo tempo, necessariamente o surgimento de um novo princípio. O pensamento como universal é esclarecedor, mas esta solução na verdade contém o princípio anterior dentro de si, embora já não mais em sua forma original, mas transfigurada através da universalidade.] 


Assim, a vida surge da morte, mas é apenas uma vida individual. Se consideramos a espécie como sendo a matéria nessa transformação, a morte do indivíduo é um retorno da espécie à sua individualidade. A perpetuação da espécie não passa então da monótona repetição do mesmo tipo de existência. A percepção, que é a compreensão do ser através do pensamento, é a fonte e o local de nascimento de uma nova forma espiritual, mais elevada, cujo princípio é parte preservador e parte transfigurador de sua matéria. 

Aqui temos o princípio de Evolução.


O Pensamento é o universal, a espécie que é imortal e que preserva sua identidade. A forma particular do Espírito não apenas morre naturalmente no tempo, mas é anulada pela atividade automática
que se espelha da consciência. Como esta anulação é atividade do Pensamento, ela é preservação e transfiguração. Enquanto isso, por um lado, o Espírito elimina a realidade, a permanência daquilo 
que é, por outro lado, ganha desse modo a essência, o Pensamento, o universal daquilo que apenas foi (sua condição efêmera).


Seu princípio já não é mais o conteúdo e objetivo imediato que havia sido anteriormente, mas a essência daquilo.


O resultado deste processo é que o Espírito, ao objetivar-se e com isso tornando-se também objeto de seu pensamento, por um lado destrói esta sua forma determinada de ser e, por outro, apreende a 
sua universalidade. Ele nos proporciona uma nova forma para seu princípio. Com isso, o caráter substancial do espírito nacional foi alterado, seu princípio passa a ser novo e mais elevado.

Acima ele se refere ao Espírito 
de um Povo em sua evolução. 
Pois, para Hegel, assim como o espírito evoluí, 
os povos sofrem o mesmo processo 
evolutivo na sua história.

É importantíssimo para a plena compreensão da história apreender e possuir o pensamento envolvido nessa transição. 


Um indivíduo como unidade atravessa diversos estágios e continua sendo o mesmo indivíduo. O mesmo acontece com o povo, até que o seu Espírito atinja um estágio universal. Nisto consiste a necessidade interior e conceitual de sua mudança. Temos aqui a essência, a própria alma da compreensão filosófica da história.


O Espírito é essencialmente o resultado de sua própria atividade. Sua atividade é a transcendência da existência imediata, negando-a voltando para dentro de si mesmo. Podemos compará-lo à semente 
de uma planta, que é o começo e o resultado de toda a vida da planta. A impotência da vida se manifesta precisamente nesta desintegração de começo e fim. O mesmo ocorre nas vidas dos indivíduos e nas dos povos. A vida de um povo produz um fruto da maturidade. Sua atividade visa realizar o seu princípio. Mas este fruto não cai de volta no ventre que o produziu e amadureceu — pelo contrário, torna-se um veneno para esse povo. O povo não consegue abandoná-lo, pois tem uma sede insaciável dele. Tomar o veneno é a destruição do que bebe, embora seja ao mesmo tempo o surgimento de um novo princípio.


Já discutimos o objetivo final deste processo. Os princípios dos espíritos nacionais progredindo por uma necessária sucessão de fases são apenas momentos do Espírito universal, que através deles 
se eleva e se completa em uma totalidade abrangente.


Assim, enquanto estamos preocupados exclusivamente com a idéia do Espírito e levando em consideração apenas o conjunto da história do mundo como não sendo senão a sua manifestação, estamos tratando apenas do presente — por mais longo que seja o passado que estudarmos. [Não há tempo em que o Espírito não tenha estado ou não estará; ele não foi, nem ainda está por ser. Ele é eterno agora.] A Ideia está sempre presente, o Espírito é imortal. [O que é verdadeiro é eterno em si e por si, não ontem e nem amanhã, mas agora, no sentido de uma presença absoluta. Na Ideia, o que 
pode parecer estar perdido está preservado eternamente.] Isso implica que a fase atual do Espírito contém todas as fases anteriores em si. Estas na verdade se desdobraram sucessiva e separadamente, mas o Espírito ainda é o que em si sempre foi. As distinções entre essas fases não são mais que o desenvolvimento de sua natureza essencial. A vida do Espírito sempre eternamente presente é um ciclo de fases que ainda existe lado a lado mas que, em outro aspecto, parece ser passado. Os momentos que o Espírito parece haver deixado para trás, ainda possui na profundeza de seu presente.

===

Quando ler universais pense em Leis Naturais. No Livro dos Espíritos vem como Lei Divina ou Natural. Como sou descrente sempre me refiro apenas como Leis Naturais.

Quem quer que tenha lido as obras de Allan Kardec com muita atenção é impossível não veja neste texto elementos das obras do Mestre Lionês.

Há trechos da leitura de Hegel que me causam riso, tal a similitude com o que habitualmente estudei desde pequeno.

Resta lembrar uma vez mais que, Georg Hegel morreu de cólera em 1831, ano em que Allan Kardec (Prof. Denizard Rivail) contava apenas com 27 anos.

Paulo Cesar Fernandes.

18/03/2017.

quarta-feira, 1 de março de 2017

20170301 Desafio.

20170301 Desafio.


Caminha!
Vamos mulher! CAMINHA!
Vamos homem! CAMINHA!
Ao teu redor milhares de possibilidades se abrem a cada instante.
Escolhe uma direção.
O caminho se abrirá ao iniciares a caminhada.
Mas Caminha!
*
Custa dar o primeiro passo?
É normal.
Sempre tendemos a ficar como estamos.
É a Lei da Inércia!
Do menor esforço ou da preguiça máxima.
Sai dessa!
*
Caminha! Não deixes de caminhar.
O mundo pede gente capaz de caminhar e o empurrar num outro sentido: reversão do que está dado.
O Planeta Terra precisa de gente ativa, gente de brio, gente capaz de olhar o futuro com coragem.
Gente progressista e capaz de buscar o novo.
Esse novo, rolando em milhares de mentes mais ou menos brilhantes.
Podes ser uma dessas mentes.
*
Vamos! Não te pares!
Caminha!
Caminha sempre!
Caminha mais e melhor!
E um dia, não muito longe, teus passos terão deixado pegadas sobre muitos outros caminhos.
O tempo é teu!
Caminha!
*
Paulo Cesar Fernandes.
01/03/2017.
=====
Nota:
*
Nascido a partir de uma apresentação em Verona, no ano de 2012, do multi artista italiano Adriano Celentano.
Minha gratidão a Adriano! Instigante pensador.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

20170224 Amigos

Amigos!

Tudo é recomeço.
Mas pode ser mais brando. Mais sereno.

Podemos andar mais devagar.
Caminhar descalços vendo o chão sob os pés.
Olhar a folha tenra, nascendo no pé de maracujá.
Atentar ao Bem-te-vi, no peitoril da janela.

Podemos andar mais devagar.
Ver os olhos dos amigos quando mareados de lágrimas.
Sentir em silêncio ao seu lado e ser apenas: presença.

Podemos andar mais devagar.
E sorrir ao idoso.
Se em voz alta, este diz inconveniências.

Podemos andar mais devagar.
Sonhando os velhos sonhos, mas sem a antiga angústia.
Devagar vem um novo dia e o galo um dia ainda vai cantar.
Afinal não há interruptor para o clarão do amanhã.

Podemos andar mais devagar.
Olhar tudo o que já disseram e pensaram os grandes homens.
E fazer disso bússola de uma firme orientação.

Podemos andar mais devagar.
Muitos milionários passaram por este planeta.
Mas apenas os pensadores e poetas marcaram seu nome pelos caminhos

Podemos andar mais devagar.
O afã de viver assassina os sonhos.
E sonhos sempre foram alavancas do progresso real.

Podemos andar mais devagar.
A pressa agride a vida.
E a vida mais importante são as pessoas ao nosso redor.

Devemos andar mais devagar.
Pois calmos são os passos que nos levam adiante.
Na rota segura rumo ao portal da sabedoria.

Paz  a  todos!!!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

20170222 ARQUEOLOGIA DA POÉTICA.

ARQUEOLOGIA DA POÉTICA.


Escavo a montanha de letras.
E não encontro a poesia.
Que é a Poesia afinal?
De onde vem?
Cai do céu e escorre por entre meus dedos?
É um raio de inspiração?
Ou nasce da Leitura, assim como nasce a escrita?
Assim como nasce a ficção literária?


A Poesia doi na alma.
Em sua ausência.
E ela ainda ordena: Escava mais!
E vais me encontrar.



Pulo Cesar Fernandes - 22/02/2017.


Nota: De/Para Ferreira Gullar.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

20170217 Adriano Celentano Un po' artista un po' no 1980

Adriano Celentano
Un po' artista un po' no
1980





*
Label: Clan Celentano ‎– SP 60942 
Format: CD, Album, Reissue 
Country: Italy  
Released: 1996  
Genre: Rock 
Style: Pop Rock 
*
Fonte: Discogs
*
Tutte le canzoni dell'album sono scritte da Cristiano Minellono per i testi e Toto Cutugno per la musica. Con loro anche Claudia Mori. In copertina è presente una giovanissima Pamela Prati.
*
Un po' artista un po' no è un album di Adriano Celentano, pubblicato nel 1980.
*
*** Tracce
*
01 Un po' artista un po' no (04.57
02 L'orologio (04.45
03 Manifesto (04.38
04 Il tempo se ne va (03.50
05 Una parola non ci scappa mai (04.21
06 Non se ne parla nemmeno (04.15
07 Se non è amore (04.19
08 Spettabile Signore (03.05
*
Fonte: Wikipedia
*
*** Testi
*
01 Un po' artista un po' no (04.57

L'uomo che si sbatte
Quando la sua donna se ne va
Quello che, ci piangerà
L'uomo che capisce tutti e che nessuno capirà
Quello che non cambierà
L'uomo che ha cantato sempre
E che nessuno canterà
Quello che ti mancherà
Pazzo forse un po'
Matto e perché no
Un po' artista un po' no
Divertente se può
Questo sono io, sono fatto a modo mio
Se mi vuoi così, sai che sono qui

Tu sei tu sei tu sei tu
Sei diversa sei di più
Tu sei tu sei tu sei tu
Sei più basso e sei più su
Tu sul mio letto, senza rossetto
Tu nel mio petto tu
Batti sempre un po' di più
Quando ti strucchi
Quando sei quella che vorrei
Ma che donna tu, che bambina tu
E cosa importa se tra noi
La pace non c'è mai
L'importante per me è restare con te

L'uomo che non è mai stanco
Quando tu non ne puoi più
Quello che ti tira su
L'uomo che passa col rosso
Se parlando tu gli stai
Quello che combina guai
L'uomo che ci ride sopra e che dice passerà
Quello che non cambia età
Pazzo forse un po'
Matte e perché no
Un po' artista un po' no
Divertente se può
Questo sono io, sono fatto a modo mio
Se mi vuoi così, sai che sono qui

Tu sei tu sei tu sei tu
Sei diversa sei di più
Tu sei tu sei tu sei tu
Sei più basso e sei più su
Tu sul mio letto, senza rossetto
Tu nel mio petto tu
Batti sempre un po' di più
Quando ti strucchi
Quando sei quella che vorrei
Ma che donna tu, che bambina tu
E cosa importa se tra noi
La pace non c'è mai
L'importante per me è restare con te

L'importante per me è restare con te
L'importante per me è restare con te
*
02 L'orologio (04.45

Fa freddo sotto le coperte
e non ci son finestre aperte
chissà che cosa c’è in questa notte
mi giro e mi rigiro ancora
è un anno ma è passata un’ora
chissà cos’accadrà in questa notte
forse un po’ sarà il caffè, la nostalgia di te
che per un po’ sei stata mia, comunque sia

L’orologio va
non si fermerà
e ogni ora un po’
questo già lo so
potrò scordare
l’orologio va
e divora gli attimi
sulla pelle mia
sul passato che
non può tornare
intanto l’orologio va

Il traffico è una carovana
la gente intorno ha un’aria strana
e non c’è posto per me in questo giorno
lavoro in modo inconcludente
si parla e non capisco niente
chissà che cosa fai in questo giorno
stasera un salto in pizzeria, una partita e via
a casa a piedi oppure lei, ma non vorrei

L’orologio va
non si fermerà
e ogni ora un po’
questo già lo so
potrò scordare
l’orologio va
e divora gli attimi
sulla pelle mia
sul passato che
non può tornare
intanto l’orologio va

L’orologio va
non si fermerà
e ogni ora un po’
questo già lo so
potrò scordare
l’orologio va
e divora gli attimi
sulla pelle mia
sul passato che
non può tornare.

L’orologio va
non si fermerà
e ogni ora un po’
questo già lo so
potrò scordare
l’orologio va
e divora gli attimi
sulla pelle mia
sul passato che
non può tornare.

L’orologio va
non si fermerà
e ogni ora un po’
questo già lo so
potrò scordare
l’orologio va
*
03 Manifesto (04.38

Lei, lei, lei, lei
che rabbia mi fa 
lei, lei, 
crede in quello che fa 
e camminando la vedo sui muri di questa citta 
lei, lei ride per pubblicita. 

Non e facile per me 
no no no 
una donna come te 
no no no 
io vorrei sentirti mia, solo mia, solo mia 
e non di tutti in ogni via. 
Lei con la mano mi invita lontano 
da questa citta 
quasi felice di dare una sfogo alla sua vanita. 

Lei, lei, lei, lei 
ha troppi colori 
lei, lei, lei, lei 
col seno di fuori 
lei che sorride sembrando felice nel mondo che sa 
lei mi manca, pero non lo sa. 

Non e facile per me 
no no no 
una donna come te 
no no no 
io vorrei sentirti mia solo mia 
e non di tutti in ogni via 
Lei con la mano mi invita lontano da questa citta 
quasi felice di dare uno sfogo alla sua vanita 

Lei, lei, lei, lei 
ha troppi colori 
lei, lei, lei, lei 
con tutto di fuori 

Lei, lei, lei, lei 
che rabbia mi fa 
lei, lei, 
crede in quello che fa 
e camminando la vedo sui muri di questa citta 
lei, lei ride per pubblicita. 

Non e facile per me 
no no no 
una donna come te 
no no no 
io vorrei sentirti mia solo mia 
e non di tutti in ogni via. 
Lei con la mano mi invita lontano da questa citta 
quasi felice di dare uno sfogo alla sua vanita
*
04 Il tempo se ne va (03.50

Il tempo se ne va

Quel vestito da dove e' sbucato
che impressione
vederlo indossato
se ti vede tua madre lo sai
questa sera finiamo nei guai
e' strano ma sei proprio tu
14 anni o un po' di piu'
La tua Barbie e' da un po'
che non l'hai
e il tuo passo e' da
donna oramai

al telefono e' sempre segreto
quante cose in un filo di fiato
e vorrei domandarti chi e'
ma lo so che hai vergogna di me
la porta chiusa male e tu
lo specchio il trucco
e il seno in su
e tra poco la sera uscirai
quelle sere non dormiro' mai

E intanto il tempo se ne va
e non ti senti piu' bambina
si cresce in fretta alla tua eta'
non me ne sono accorto prima
E intanto il tempo se ne va
tra i sogni e le preoccupazioni
le calze a rete han preso gia'
il posto dei calzettoni

Farsi donne e' piu' che normale
ma una figlia
e' una cosa speciale
il ragazzo magari ce l'hai
qualche volta hai gia'
pianto per lui
La gonna un po' corta e poi
malizia in certi gesti tuoi
e tra poco la sera uscirai
quelle sere non dormiro' mai

E intanto il tempo se ne va
e non ti senti piu' bambina
si cresce in fretta alla tua eta'
non me ne sono accorto prima
E intanto il tempo se ne va
tra i sogni e le preoccupazioni
le calze a rete han preso gia'
il posto dei calzettoni
*
05 Una parola non ci scappa mai (04.21

Stammi a sentire, ascolta un po’
e dimmi se di ragioni non ne ho
noi stiamo bene, l’hai detto tu
ma sono troppi quei momenti in cui non lo ricordi più.

No l’amore questa sera no,
è troppo stanca e adesso dormirò
tu leggi pure non disturbi sai
e una parola non ci scappa mai.

Se vuoi parlare, ti ascolterò
e chissa quante cose nuove scoprirò
comicio io, cominci tu,
per iniziare a litigare o per non salutarci più.

No l’amore questa sera no
o domattina non mi sveglierò
cosa vuoi dire solo il letto e poi…
se una parola non ci scappa mai.

Dov'è la donna che so io
dov'è che sei
dov'è l’amore mio, dov'è
dov'è la donna ch'era qui
la donna che
mi comperava con un sì
non è, non è più qui…

C’è sempre un bacio alla tivù
un bacio in cui non ci si ritrova più
un po' la noia, un po' perché
nessuno muove il primo passo ma lo lascia sempre a te.

No l'amore questa sera no
sai che i bambini stanno sempre svegli ancora un po'
ho un po' caldo fatti un po' più in là
e un altra po' d'amore se ne va.

Dov'è la donna che so io
dov'è che sei
dov'è l’amore mio, dov'è…
dov'è la donna ch'era qui
la donna che
mi comperava con un sì
non è, non è più qui…

Però per mi sei bella sai
sei come un fiore che non appassisce mai
si può salire, andare gui
ma e un dovere risvegliarsi e poi amarsi un po' di più

No l'amore questa serà no
stiamo abbracciati e chiacchieriamo ancora un po'
riscopriamo che c'è un prima e un poi
e ancora un po' d'amore dentro noi…

Questa sera no, stasera no...
*
06 Non se ne parla nemmeno (04.15

No, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno

Tu vuoi che dica "sì"
che non ti contraddica mai
vuoi che dica "no"
se tanto quando tu lo vuoi
e vuoi che sia così
e vuoi che sia cosà
e vuoi che stia con te
tu vuoi tutto il mondo, sai che ti rispondo

No, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno

Amico vieni qui
c'è un colpo alla gioielleria
è come far così
ti prendi una fortuna e via
non vuoi star certo lì
a dire sempre sì
per quello che ti dà
quando in un minuto
ti sei già arricchito

No, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno

Votate il mio partito e specialmente por me
e dopo che ho riuscito mi ricorto di te

No, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno

Madame mi scusi ma
sto troppo bene a casa mia
lo so che lei mi dà
un tocco d'aristocrazia
e poi la casa chic
e poi le feste in frac,
il pollo col pâté
mi dà tutto il mondo ma io le rispondo

No, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno

Ma Nando famme un timbro su sto foio che c'ho
e dopo ai da vedè quanti sordi te dò.

No, no, no, non se ne parla nemmeno.
no, no, no, non se ne parla nemmeno.

Ehi, prestum un miliardo all'interesse del sei
e mi te fu vedé che cumpri anca la RAI.

No, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
no, no, no, non se ne parla nemmeno
*
07 Se non è amore (04.19

Se sei giù e non sai perché
se lui non c'è:
ci sono io
se vuoi parlare.

Se hai bisogno compagnia
io ti do la mia.
Sai perché
io sto bene insieme a te
(io sto bene insieme a te).

Sicuro che (coro:sicuro che, sicuro che)
non è amore
anche se qualcosa ne ha
sicuro che (sicuro che, sicuro che)
non è il cuore però
giurarci questo proprio proprio no.

Non mi dire che non puoi
perché se tu lo vuoi
usciamo un po'
io da fare non ne ho (io da fare non ne ho).
~~~

Anche se balliamo noi
c'è un po' di lui
ma però
sei tu che adesso stringi un po'
(sei tu che adesso stringi un po')

Sicuro che (sicuro che, sicuro che)
non è amore
anche se qualcosa ne ha
sicuro che (sicuro che, sicuro che)
non è il cuore però
giurarci questo proprio proprio no.

Anche se balliamo noi
c'è un po' di lui
ma però
sei tu che adesso stringi un po'
(sei tu che adesso stringi un po')
ma però
sei tu che adesso stringi...
*
08 Spettabile Signore (03.05

Spettabile signore, è tanto tempo che io volevo scriverti
Lo faccio solo adesso ma io spero che mi leggerai lo stesso
Morire d’amore sono parole che son solo da pellicola
Eppure signore c’è forse ancora chi d’amore ci muore

Eppure amarsi
Riavvicinarsi
È un passo breve
Come la neve
Eppure il cielo
Non basta mai
Azzurro e nero, azzurro e nero, azzurro e nero
Quanto ne vuoi

La fame, la sete, un desiderio in più
Di essere libero
La guerra e la pace e ancora la voglia di
Odiarsi un po'

L’anarchico, il prete e le promesse di
Mister lucifero
La morte, la vita e la partita chi
Chi la vincerà?
Se puoi far qualcosa anche per chi da te
Non se lo merita
Vuol dire che hai letto, vuol dire che
Rispondi di già

Eppure amarsi
Riavvicinarsi
È un passo breve
Come la neve
Eppure il cielo
Non basta mai
Azzurro e nero, azzurro e nero, azzurro e nero
Quanto ne vuoi

Ho quasi finito ma però potrei
Scrivere per secoli
Ma hai certo capito anche se scrivo con semplicità
E scusa gli errori e la calligrafia
Non troppo limpida
Ma mi trema la mano come un bambino

=====

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

20170117 O EU

O Eu.


Quando EU é igual a EGO, egoísmo, temos diante de nós um problema.


Por outro lado, se o EU representa um saber de si, uma "Tomada de Consciência" (vide Prof. José Herculano Pires) de si diante da Vida; das Leis Naturais; e do inexorável futuro, esse EU é uma forma positiva de nos olharmos no espelho. Pois sabedores de nós mesmos e, o mais importante. Indutores do nosso Progresso ou Evolução.


E não nos iludamos, não há progresso sem perdas; sem abandono de valores antigos; sem perda até mesmo de amizades e afastamento de familiares.


"Quem são meus pais e quem são meus irmãos?" perguntou Jesus de Nazaré em certa ocasião.


É evidente aí a não negação da família; mas diante da missão a ele reservada, devia abrir mão de muitas coisas caras a ele.


Estamos muito distantes Dele. Alguém pode pensar, mas todos nós temos tarefas a desenvolver. Ao nosso redor, e dentro de nos, nesse EU de cada um de nós.


Pensarmo-nos como espíritos em transito pela face da Terra. Em transito, para nessa passagem carregar conosco a experiência forte de ter deixado um passado comprometido com erros, enganos, e buscando um presente melhor, mais condizente com as Leis Naturais regente dos nossos destinos.


Regente aqui não significa determinante, mas algo balizador. Uma vez que vivemos sob o ordenamento dessas Leis; tal qual um pais sério vive sob o ordenamento de uma Constituição Nacional.


É Isso.


Pois com Liberdade vivemos mais intensamente e muito melhor.


Paulo Cesar Fernandes.

17/01/2017

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

20161007 Etapa protoespiritual


Protoespírito Emma, em seu posto de observação do mundo. Tanto Emma como seu dono tem especial prazer em olhar o  mundo dessa perspectiva. Suscita reflexões.


É a etapa precedente ao momento do pensamento contínuo, quando convencionamos a chamar de espírito a individualidade ali presente.

Por certo uma questão se apresenta: de onde surgiu o termo ProtoEspírito?

É com alegria que vou retomar esse momento.

Trabalhava eu ainda na Biblioteca da UNESP – Campus do Litoral Paulista. Fazia o que chamávamos de “Leitura do Acervo”, o que significava verificar a presença de cada um dos livros daquela biblioteca. Uma tarefa algo maçante, a bem da verdade. Mas com sensíveis melhoras nos últimos anos. Alterações foram feitas e reduziram em dois meses o tempo de execução da atividade.

Eu estava verificando o acervo dos dicionários e das coleções mais específicas, e na mesa ao lado um grupo preparava seu trabalho sobre Protozoa[1]. Perguntei do que se tratava e na mesma hora brinquei:

_ Legal, muito legal. – Um sorriso sarcástico nos lábios. E funcionou o que queria.

_ Que é tão legal assim Seu Paulo?

_ Penso ser algo como a ProtoHistória[2]. O momento antes da existência da escrita. Pois só com o surgimento da escrita nasceu a História. Como disciplina bem mais tarde. Mas vou deixar vocês trabalhar.

De imediato fui buscar o prefixo PROTO donde descobri ser um prefixo cujo significado é primeiro. Usado como PROTO- se o segundo elemento iniciar por H ou O (Ex.: Proto-Helenico); se for seguido de S ou R a consoante é duplicada (Ex.: protossulfureto). 

Como protoespírito não estava em nenhum dos casos resolvi pela grafia ProtoEspírito ou protoespírito.[3]

Pretendo com isto dar uma adequada denominação a esta fase anteriormente chamada de princípio espiritual. Valendo-me da ideia do trabalho apresentado por Alexandre C. Machado no XIII SBPE, acho válido dividir esta em três etapas, a saber:
  •       Protoespírito mineral;
  •       Protoespírito vegetal;
  •       Protoespírito animal.


Assim, vamos encontrar na obra de Léon Denis “O problema do ser do destino e da dor”, em seu capitulo IX, quando nos fala da “Evolução e finalidade da Alma” o trecho muitas vezes citado nas diversas palestras. Tomemos o trecho todo destacando a frase de nosso interesse:


Cada elo dessa cadeia representa uma forma da existência que conduz a uma forma superior, a um organismo mais rico, mais bem adaptado às necessidades, às manifestações crescentes da vida; mas, na escala da evolução, o pensamento, a consciência e a liberdade só aparecem passados muitos graus. Na planta a inteligência dormita; no animal ela sonha; só no homem acorda, conhece-se, possui-se e torna-se consciente; a partir daí o progresso, de alguma sorte fatal nas formas inferiores da Natureza, só se pode realizar pelo acordo da vontade humana com as leis Eternas.
É pelo acordo, pela união da razão humana com a razão divina que se edificam as obras preparatórias do reino de Deus, isto é, do reino da sabedoria, da justiça, da bondade, de que todo ser racional e consciente tem em si a intuição.


É de uma beleza sem par esse trecho. E sabemos dos lampejos de inteligência nos protoespíritos. E as pesquisas mais recentes da etologia já vêm admitindo a existência de inteligência mesmo nos animais. Como tudo nas ciências temos os partidários e os adversários. Mas tão somente o fato de alguns cientistas dedicarem-se ao mister de olhar com maior atenção às fases anteriores da etapa hominal já se configura como um avanço na mentalidade dessa parcela de cientistas.






[1] Filo Protozoa  -  A este filo pertencem os protozoários, organismos unicelulares heterotróficos, protistas semelhantes a animais. A designação protozoário (proto = primeiro +  zoa = animal) começou a ser usada quando estes seres eram incluídos no Reino Animalia. 
O facto de serem seres unicelulares não implica simplicidade pois muitos protozoários apresentam um grau de complexidade elevado, frequentemente ao das células dos metazoários. Os organitos de muitos protozoários são funcionalmente análogos aos órgãos e/ou sistemas dos animais.  

[2] Proto-História é o período da Pré-História anterior à escrita, mas que nos é permitido conhecer por ser descrito em algumas das primeiras fontes escritas. Praticamente coincide com a Idade dos Metais.
Entende-se por pré-história todo o período que abrange a atividade humana desde suas origens até o aparecimento da escrita. A atividade humana inicial foi a predatória, passando depois para a subsistência agrícola.
A proto-história denomina a época de transição que se seguiu, quando as sociedades agrárias reuniram os primeiros elementos para a posterior aplicação da escrita. Sua principal característica foi a substituição da tecnologia da pedra pela do metal.
[3] Fonte: http://www.priberam.pt/dlpo/proto [consultado em 12-11-2013].

quarta-feira, 27 de julho de 2016

20120924 Um novo contexto

Um novo contexto


Lendo os livros de mensagens, trazidos através da mediunidade de Chico Xavier, nos dá a impressão de estar lendo alguma coisa de séculos passados, tal a diversificação da sociedade nos, digamos, nos últimos vinte anos.


É toda uma nova forma de viver, toda uma série de recursos ao nosso dispor, facilitando a vida incapazes de ser pensados por esses espíritos no passado.


Por outro lado, a materialidade se enraizou nos quefazer existencial, de modo a se tornar a "forma natural" de viver.


Tudo é natural e contemporâneo.


Quem não dedica certo numero de horas diárias/semanais ao seu corpo, é um elemento estranho na estrutura social da atualidade. Nossos tempos exigem isso.


Se a pessoa não tem sonhos de consumo, e bem está com o que possue, passa a ser olhado de solslaio. E uma pergunta surge: Quem é esse aí? Que há de errado com ele?


Temos diante de nós novos tempos. 
Novas formas de viver. 
Novas conformações familiares. 
É verdade.


Mas a essência das coisas não muda. O Bem não passou a ser Mal e vice-versa. Temos hoje, ouvidos moucos a tudo o que venha significar uma contenção à materialidade. É na materialidade que nosso mundo está mergulhado, e os Meios de Comunicação de Massa são, em todos os paises, os grandes propulsores dessa "nova vida" a todos apresentada como a natural, e como a única possível.


Aí reside a questão: não é a única e talvez nem seja a melhor para o nosso progresso. Não foi à toa que Kardec colocou o materialismo como o maior inimigo do espiritismo. E a materialidade por mim questionada é exatamente o materialismo criticado por Kardec.


Não é por menos que fracassam todas as campanhas de leitura do campo pedagógico.


Os MCM precisam formar (e formam) espiritos vazios, para lhes dizer qual o "último grito da moda" a "tendência mais atual"; e estes, dócilmente, tal qual autômatos, à loja mais próxima se dirigirem e cumprirem a função destinada a eles: consumir.


Consomem desbragadamente.


Aparelhinhos mil. 
Coisas úteis ou bugigangas. 
Uma nova ginástica. 
Uma fórmula infalível de emagrecimento. 
Um ômega "xyz" fantástico no tratamento das rugas. etc.


E assim vão passando a existência sem Ser.


Seu tempo é do Ter.


Essa dicotomia é tratada num livro de Erich Fromm de forma, como sempre, muito interessante intitulado "Ter ou Ser". Ou "Ser ou Ter". Não recordo agora.


Como poderiam os "pobres" Emmanuel e André Luis, no tempo de escritura de suas obras, prever quais desdobramentos teria a sociedade brasileira e mundial?

Impossível.


Se escrevessem hoje o fariam de forma distinta. Os mesmos preceitos axiais lá estariam, já contextualizados para o momento histórico e cultural pelo qual atravessamos.

Mas não. Ambos não estão a reescrever suas obras.


Cabe a nós, minimamente espertos, fazer com seus textos o que os póprios fariam. Trazer e guardar apenas o cerne das idéias ali contidas. Relevando o seu linguajar católico (nada contra o catolicismo notem bem), mas uma vez espiritas, fazer uma leitura espirita de cada texto colocado a nossa frente.


Seja esse texto o que for, inclusive textos de sociologia e politica, de filosofia, de todas as áreas do conhecimento.


Um espirita, bem como um socialista, leem o mundo a partir dos preceitos teóricos dos quais são portadores e arautos. Caso contrário não são uma coisa e nem outra.


O mundo é composto em sua quase totalidade de homens e mulheres sem preceitos. Pensam, porém, mais das vezes "são pensados". Tendo como base o veículo de comunicação social a que se afeiçoam.


Daí nasceu a minha luta pela Razão Própria, e pelo pensamento autônomo de cada pessoa.


Dotar o mundo de um tipo de pessoa incapaz de "ir na onda",



Sempre dará uma parada e pensará, se algo lhe convém ou não. "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém." disse Paulo de Tarso faz muito tempo.


Embora tenha na imortalidade do espirito meu eixo existencial, não faço julgamento de nenhuma outra forma de pensar a existência. 


Tanto dentro das hostes espiritas como fora delas. Me valho aqui de velho adágio: "Cada um desce do bonde como quer."


Importa que a Existência das pessoas tenha valor e significado. Pois dessa forma a felicidade lhe estará batendo à porta muito mais facilmente.


Viver é buscar a felicidade. Corretíssimo Aristóteles nas suas proposituras. Talvez a pessoa seja feliz na materialidade na qual se embrenha. Enquanto for assim tudo bem. Tudo bem para o presente momento, mas não pode ser assim indefinidamente. A Lei Natural tem lá seus preceitos e cabe a cada um de nós o ajuste a ela.


Augusto Matraga, personagem de um conto de João Guimarães Rosa, dizia quanto à morte "Todos tem a sua hora e a sua vez".


Assim também ocorre quanto à Vida em Plenitude: todos temos nossa hora e nossa vez. E estou seguro. No momento da chegada dessa vida plena, acompanhada sempre da Liberdade e da Felicidade, ninguém há de querer abrir mão do tesouro conquistado.


Os livros espiritas trazem esse tesouro, porém há que saber transpor todos os textos ao nosso tempo; e mais ainda, ao nosso projeto de vida dentro desse nosso tempo.


Espero apenas trazer reflexões a um mundo tão baldo delas, verdadeiramente tão baldo/baldoso delas!


Asi es la cosa! - como dizem meus amigos nicaraguenses.


Paulo Cesar Fernandes

24/09/2012

segunda-feira, 16 de maio de 2016

20160515 Vida como prova do Existir


_ Que é a Vida? - lhe perguntei de supetão.

_ Nada além do espaço entre o berço e o túmulo. E já te passo o esquema.

Num gesto largo, meu interlocutor abriu as mãos, onde pude ver o que se segue:


E   Berço   [ VIDA ]   Túmulo   E


_ E esse imenso E antes e depois?

_ Aí está a Existência meu amigo. Isso mesmo. Já éramos antes e seguiremos sendo depois. Quer queiramos ou não.

_ É assim é? - perguntei.

_ Pois assim é. As Leis Naturais, não somos os seus inventores; quando muito lhe saboreamos alguns aspectos, sob a forma de 

descobertas.  E a cada uma delas nos colocamos mais próximos de nossa Efetividade, pois somos os frutos primorosos dessas mesmas Leis.

_ Complicado isso. - disse eu com olhar de desconfiança.

_ Nada! Nós complicamos tudo para fugir à nossa essência de imaterialidade; e fugir da Liberdade; da Espiritualidade; de todas 
essas coisas capazes de nos trazer a Felicidade. 

E completou:

_ E quer saber? A Vida, a verdadeira Vida é Felicidade.

_ Mas é mesmo?

_ Eu não minto. Mas faço notar uma coisa: é preciso tempo, para gente como nós compreender mais amplamente essas coisas todas.

_ E nunca vamos as entender? - perguntei interessado.

_ Não percebes, mas já algo vemos. E veremos mais e mais, no transcurso do tempo e de nossos esforços.

Quando me preparava para uma nova questão, o vulto desapareceu no ar; da mesma forma que me tinha aparecido. Do nada.

Me restou um sorriso nos lábios, e uma sensação de precisar saber mais.


Paulo Cesar Fernandes.

15 05 2016

quarta-feira, 4 de maio de 2016

20160504 Trem da vida

Trem da vida




Somos todos passageiros.
E vamos descer numa das próximas estações.
Ilusões, dessa forma, não cabem mais.
Sonhos sim, sonhos nunca envelhecem.
Os ideais da Revolução Francesa ainda não vieram à tona.
Seguem no subterrâneo das vidas humanas.
Na marginalidade das aparências.
No nãoSer de muitos.
Agressores dos realmente vivos.



E viver é amar.
É ser solidário.
É ver em si os defeitos e lutar para superá-los.
Claro que superamos.
Questão de tempo.



E o trem segue parando nas estações.
E desembarcando muitos a cada ano.
E nós vamos nele até quando?
Pelo tempo que ocorpo resister.
Pelo tempo que o espírito não desistir.
Seja útil nossa viagem.



Muito a descortinar das janelas do coletivo.
Mas fechamos os olhos.
Um mundo lá fora e nós NADA.
Tá na hora da gente acordar.
E perceber a fragilidade de tudo.
Usando bem cada minuto, cada conversa.



Somos Pensamento
Somos Vida
Somos Energia
Somos imortais.



Paulo Cesar Fernandes.

04/05/2016.